sábado, 31 de dezembro de 2011

Um 2012...




... "levim"...

pro espírito, e pro "corpim"...

Que seja assim,

pra você e pra mim!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Dia de Nina


A festa para a aniversariante de hoje poderia ser assim...




... ou assim ...




Ela, não...
Seria sempre a mesma...
E sorriria para todos, com a mesma graça...
Absoluta, em essência e luz....

Beijos, Nina, querida.

Imagens lá do Casa Decorada, um lugar “lindo de viver”.
E monograma daqui

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Noel??? - Parte II



Panetone de 3 kg com presépio de chocolate custa R$ 675

A Marie-Madeleine (zona sul de São Paulo) importa da Itália uma série de panetones para esse fim de ano.
Um dos destaques é a versão de 3 kg, feita artesanalmente com massa com laranjas cristalizadas e uvas passas aromatizadas com vinho.
Mas o grande diferencial é que o produto vem com personagens bíblicos de chocolate branco, para que o presépio seja montado dentro do panetone, que é transformado em estábulo do cenário.
Há apenas duas unidades na loja, que custam R$ 675.
O misto de empório e padaria também apresenta sabores como pêra com chocolate (R$ 154 - 1 kg), frutas vermelhas (R$ 154 - 1kg) e o especial oro verde, que é coberto com glacê e pistaches, acompanhado de um creme de pistache siciliano (R$ 235 - 1 kg). Além dos importados, a Marie-Madeleine produz seus próprios panetones: o tradicional com frutas cristalizadas e o de chocolate com castanhas (R$ 72 - 1 kg).

(Se alguém quiser o endereço do "misto de empório e padaria", vai no UOL .)


A manchete destaca o "salgado" preço do "doce e fino" panetone...
Ah! Se o "problema" fosse "só" esse!...
Mudou o Natal, "ou mudei eu"?


Soneto de Natal
Machado de Assis

Um homem, — era aquela noite amiga,
Noite cristã, berço do Nazareno, —
Ao relembrar os dias de pequeno,
E a viva dança, e a lépida cantiga,
Quis transportar ao verso doce e ameno
As sensações da sua idade antiga,
Naquela mesma velha noite amiga,
Noite cristã, berço do Nazareno.
Escolheu o soneto... A folha branca
Pede-lhe a inspiração; mas, frouxa e manca,
A pena não acode ao gesto seu.
E, em vão lutando contra o metro adverso,
Só lhe saiu este pequeno verso:
"Mudaria o Natal ou mudei eu?"

Texto extraído do livro "Poesias Completas - Ocidentais", 1901, pág. s/nº.

Em Releituras

sábado, 17 de dezembro de 2011

Noel???



Nessa época do ano, os “sinos que anunciam o Natal”, para muitos de nós soam como os tambores que anunciam uma batalha próxima...
Uma batalha em que, também muitos de nós, já nos declaramos vencidos antes mesmo de lutar...
Não vai ter jeito; não vou resistir; todo mundo vai poder “se divertir”, menos eu...
Ah! O gostinho da infância... Quero sentir aquele bem-estar de novo...

E “todo o mundo comprometido com o emagrecimento” entra em polvorosa para tentar – se não neutralizar, ao menos minimizar - os efeitos da “catástrofe iminente”.
Como vivo nesse referido mundo (ao menos, estou sempre tentando), logo procurei também “reforçar minhas defesas” e sugeri uma matéria pra Lu Francesa publicar lá no blog do Desafio Desistir Jamais.

Como sempre acontece, aí vem mais um capítulo da série: “meu comentário virou um post”...
E dos grandes...


“Nada a agradecer, Lu...
Na verdade, eu é que tenho que me desculpar com você e com as demais companheiras, porque a minha participação nessa edição do Desafio ficou muito aquém do que eu gostaria, e da forma com que eu sempre me envolvi e me comprometi com as tarefas, e comigo própria. Há fases e fases, e a minha atual não está das melhores. Mas, como disse a amiga Nina, não há fraqueza; há batalhas...
E outras virão, com certeza.
Bem, essa parte teria ficado melhor lá no "Desabafo"...
Voltando ao assunto do post, poderia juntar os três comentários que li acima, da Nina, da Wilma e da Elaine, e fazer o meu:

"no fim fica tudo mesmo resumido em comer e comprar, aff!!"

Gente... é uma verdade estarrecedora... Onde é que isso vai parar?

"Porque se existe algo de que temos certeza, é que não dá para abdicar de tudo nesta época. Não dá para desprezar os sabores e todas as lembranças que eles trazem. Então, que venham as trocas: menos gordura, menos açúcar, mais malhação…"

É... O controle e os freios estão nas nossas mãos. Ninguém vai poder fazer isso por nós. Cabe a cada um não ceder aos apelos comerciais que, propositalmente, evocam nossas lembranças e emoções, atingindo uma parte de nós que não está totalmente sob controle. Prudência e um pouquinho de racionalidade seriam bons "presentes" nessa época...

E isso porque:

"Difícil final de ano… e eu que ao invés de emagrecer engordei… affe… engordei o que havia eliminado… "

Faço minhas as palavras da Elaine... A gente tem que insistir em não cair nesse "conto do natal", e transformar o que deveria ser, alegria, festa, oração, em stress, excesso, descontrole, e muito, mas muito, arrependimento depois...


Tudo bem ter festa, afinal, comemoramos um aniversário...

De quem mesmo?

Beijos a todos.”

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Um pra lá, dois pra cá...



Um passo pra frente, dois passos pra trás...
Não, não estou fazendo aulas de dança...
Antes fosse...
A dança é a dos ponteiros da balança...

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

"Simples assim"...



Não o conheço, não acompanho seu trabalho, mas, simplesmente “amei” esse comentário do colunista da Folha, Tony Góes:


"Apesar do materialismo e da futilidade, a verdade é que Miss Piggy é um bom exemplo a ser seguido. Sua autoestima é maior que o Everest: ela tem certeza de que é belíssima, apesar do imenso nariz de tomada e das formas rechonchudas, impróprias para a alta-costura. Sua autoconfiança também é amazônica, o que não a deixa desanimar na luta inglória pelo coração de seu amado Kermit.
...
Porque a mensagem que ela passa no fundo é generosa e engrandecedora: se você quer ser alguém fabuloso, não deixe que uma bobagem como ter nascido porco o impeça. Basta acreditar na sua própria "fabulosidade". Simples assim."


Para ler o artigo todo: Miss Piggy, a diva suína